Ana Cláudia torce pelo bom senso. Quem sabe seja uma virtude para poucos. Quem sabe seja a inteligência dos discretos. Como disse o pai da horda, bom senso é o que há de mais difícil. Sendo um pouco mais otimista, o bom senso pode vir com a maturidade. Ou com a educação. Quem sabe ainda, com a imunização racional, como disse aquele tal de Tim Maia. O caso, talvez, seja distribuir o "Universo em desencanto" pelo distrito federal para que "lendo atingi o bom senso da imunização racional" (Maia).
Um outra proposta seria incluir a matéria "bom senso" no ensino fundamental. Nos casos mais graves, ela deveria se estender para o ensino médio.
Mas o ideal seria que ele viesse de casa, do meio familiar: educar as crianças a terem mais respeito e menos ambição. A desviar o olhar dos seus próprios umbigos ou quem sabe de outras partes do corpo que é melhor não citar nesse momento já que esse pseudoespaçoliteráriodespretencioso está aberto a menores de 16 anos. A questão toda gira em torno de não abdicar dos desejos, a domesticar as pulsões e reconhecer que existe um outro, próximo, semelhante.
Amanda torce também para que toda a questão filosófica de "cada um no seu quadrado" seja levada a sério: KeylaMotta-no-seu-quadrado. KeylaMottanoseuquadrado.
Um beijo grande, com r, a todos, sem crase.
