Ana Cláudia torce pelo bom senso. Quem sabe seja uma virtude para poucos. Quem sabe seja a inteligência dos discretos. Como disse o pai da horda, bom senso é o que há de mais difícil. Sendo um pouco mais otimista, o bom senso pode vir com a maturidade. Ou com a educação. Quem sabe ainda, com a imunização racional, como disse aquele tal de Tim Maia. O caso, talvez, seja distribuir o "Universo em desencanto" pelo distrito federal para que "lendo atingi o bom senso da imunização racional" (Maia).
Um outra proposta seria incluir a matéria "bom senso" no ensino fundamental. Nos casos mais graves, ela deveria se estender para o ensino médio.
Mas o ideal seria que ele viesse de casa, do meio familiar: educar as crianças a terem mais respeito e menos ambição. A desviar o olhar dos seus próprios umbigos ou quem sabe de outras partes do corpo que é melhor não citar nesse momento já que esse pseudoespaçoliteráriodespretencioso está aberto a menores de 16 anos. A questão toda gira em torno de não abdicar dos desejos, a domesticar as pulsões e reconhecer que existe um outro, próximo, semelhante.
Amanda torce também para que toda a questão filosófica de "cada um no seu quadrado" seja levada a sério: KeylaMotta-no-seu-quadrado. KeylaMottanoseuquadrado.
Um beijo grande, com r, a todos, sem crase.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
- Que mania a sua, de fazer retrospectivas a cada passagem de ano marcada culturalmente!
- É mesmo...ano novo e aniversário são épocas de nostalgia!
- Eu penso que isso é besteira. Desconfio até que seja resultado das malditas retrospectivas de fim de ano da Globo, que de algum jeito devem ter marcado o seu imaginário infantil!
Ok! Um pouco de simplicidade para uma questão minimamente neurótica. Mas simplicidades ingênuas nunca devem ter prejudicado alguém, assim eu espero.
Sendo assim, temos cá:
Os primeiros desenhos automobilísticos em pilares, muros e placas de "proibido estacionar".
A primeira casa verdadeiramente montada por ela.
A primeira geladeira-armário.
Os primeiros pensamentos genuínos a respeito da maternidade.
A primeira nebulização.
O primeiro toque em um saxofone.
As primeiras aventuras na pós-culinária.
O primeiro real desejo de união.
Experiências sensoriais primeiras.
Algumas novas experiências musicais.
-Idades ímpares são simpáticas. 15, 19, 21 e 27 são números simpáticos. Anos ímpares também são simpáticos.
- Mas eles pouco coincidem com a idade ímpar?
- Que venha o contínuo de simpatias!
Ufa! E ffffff: faça um pedido e sopre a vela - chegou ao fim o in(sonia)ferno TP(i)M(sonia) astral!
Por que o medo da retrospectiva se, no final, o saldo é positivo?
"When I get older losing my hair,
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.
Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too dear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave
Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?"
(Lenno & McCartney)
- É mesmo...ano novo e aniversário são épocas de nostalgia!
- Eu penso que isso é besteira. Desconfio até que seja resultado das malditas retrospectivas de fim de ano da Globo, que de algum jeito devem ter marcado o seu imaginário infantil!
Ok! Um pouco de simplicidade para uma questão minimamente neurótica. Mas simplicidades ingênuas nunca devem ter prejudicado alguém, assim eu espero.
Sendo assim, temos cá:
Os primeiros desenhos automobilísticos em pilares, muros e placas de "proibido estacionar".
A primeira casa verdadeiramente montada por ela.
A primeira geladeira-armário.
Os primeiros pensamentos genuínos a respeito da maternidade.
A primeira nebulização.
O primeiro toque em um saxofone.
As primeiras aventuras na pós-culinária.
O primeiro real desejo de união.
Experiências sensoriais primeiras.
Algumas novas experiências musicais.
-Idades ímpares são simpáticas. 15, 19, 21 e 27 são números simpáticos. Anos ímpares também são simpáticos.
- Mas eles pouco coincidem com a idade ímpar?
- Que venha o contínuo de simpatias!
Ufa! E ffffff: faça um pedido e sopre a vela - chegou ao fim o in(sonia)ferno TP(i)M(sonia) astral!
Por que o medo da retrospectiva se, no final, o saldo é positivo?
"When I get older losing my hair,
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.
Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too dear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave
Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?"
(Lenno & McCartney)
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